Desde 2016 encantando com o sabor da Amazônia

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Boto nadando

Conheça nossos sabores

Ingredientes da Amazônia, criados com amor desde 2016

Cupuaçu Cremoso

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Jambo

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Manga

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Chocolate Surreal

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Maça Verde com Espumante

Maça Verde com Espumante

Red Flag

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A origem de cada sabor

Dez frutas da Amazônia, e o que cada uma carrega

  1. Cupuaçu (Theobroma grandiflorum)

    Cupuaçu

    Theobroma grandiflorum

    ácido e de aroma forte

    Nativo do sul do Pará, o cupuaçu se espalhou pela bacia amazônica antes da chegada dos europeus, levado de aldeia em aldeia por povos indígenas. O nome vem do tupi: kupu, parecido com cacau, e uasu, grande. A polpa branca que envolve as sementes é ácida e de aroma marcante, e a safra vai de dezembro a abril.

  2. Bacuri (Platonia insignis)

    Bacuri

    Platonia insignis

    agridoce, de aroma forte

    O primeiro registro escrito do bacuri é de 1614, feito pelo frade francês Claude d'Abbeville, que grafou pacuri. Tem centro de origem no Pará e polpa branca, de aroma forte e gosto agridoce. A Embrapa registra que muita gente o considera a melhor fruta da Amazônia. Cai dos pés entre janeiro e junho.

  3. Uxi (Endopleura uchi)

    Uxi

    Endopleura uchi

    polpa oleosa, de aroma agradável

    Endêmico da Amazônia brasileira, o uxi deve muito do que vale hoje às sorveterias de Belém, que adotaram a fruta e fizeram o preço subir. Em 1904, um botânico decretou que a árvore jamais seria cultivada comercialmente pela demora em dar fruto, e a pesquisa depois o desmentiu. A polpa é amarelo-clara e oleosa, e a safra é no primeiro semestre.

  4. Taperebá (Spondias mombin)

    Taperebá

    Spondias mombin

    ácido e muito aromático

    O taperebá vem do tupi acaya e nasce na árvore mais alta do gênero, que chega a trinta metros. Quase não existe plantio comercial, então a fruta que chega à mesa é recolhida do chão depois da queda. A polpa amarela é ácida e muito aromática, e a safra no Pará vai de dezembro a março.

  5. Açaí (Euterpe oleracea)

    Açaí

    Euterpe oleracea

    pouco açúcar e pouca acidez

    O Pará responde por 68% de todo o açaí extrativo do Brasil, segundo o IBGE. O nome vem do tupi yá-çaí, que se costuma traduzir como fruta que chora. Aqui o consumo tradicional é salgado, com farinha e peixe frito, e não a tigela doce que virou moda no Sudeste. A safra vai de agosto a dezembro.

  6. Bacaba (Oenocarpus bacaba)

    Bacaba

    Oenocarpus bacaba

    próximo do açaí

    A bacaba é a fruta mais próxima do açaí em sabor, e tem uma vantagem de calendário: frutifica de dezembro a abril, justo quando o açaí escasseia. O vinho que sai dela é branco-cremoso e vai à mesa com farinha de mandioca. O óleo da polpa é comparado ao azeite de oliva.

  7. Murici (Byrsonima crassifolia)

    Murici

    Byrsonima crassifolia

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    O murici cresce em campos e capoeiras do Norte e é colhido do chão, depois de cair maduro. No México e na América Central ele vai para sopas e recheios de carne, e aqui vai para o doce. Perto de Belém, a safra se concentra de outubro a janeiro.

  8. Tucumã (Astrocaryum vulgare)

    Tucumã

    Astrocaryum vulgare

    polpa carnosa e oleosa

    O tucumã do Pará é a espécie Astrocaryum vulgare, diferente da que se come em Manaus. A polpa é carnosa e oleosa, de cor creme a alaranjada. A partir de 1990, quando virou recheio de sanduíche e tapioca, a procura disparou e os produtores passaram a cultivá-la. O pico da colheita é de janeiro a março.

  9. Buriti (Mauritia flexuosa)

    Buriti

    Mauritia flexuosa

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    O buriti é a palmeira de maior distribuição no Brasil e cresce onde há água, tanto que o buritizal serve de indicação de nascente no terreno. A polpa é alaranjada, oleosa e carnosa. Do miolo do tronco sai farinha para pão e mingau, e das hastes floridas, uma bebida fermentada tradicional de alguns povos indígenas.

  10. Camu-camu (Myrciaria dubia)

    Camu-camu

    Myrciaria dubia

    cítrico e muito ácido

    O camu-camu é a campeã de vitamina C entre as frutas estudadas pela Embrapa, com medições que vão de 1.882 a 6.112 miligramas por 100 gramas de polpa, contra 44 do limão. O sabor é cítrico e muito ácido, difícil de comer in natura e excelente em sorbet. Frutifica de novembro a março.

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Quem Somos

Nascida no coração da Amazônia

Desde 2016 a Boto Gelato transforma os sabores autênticos da floresta em gelato artesanal. Cupuaçu, açaí, tapioca, taperebá cada colher carrega a alma da Amazônia e o cuidado de quem acredita no que é natural.

Tudo começou em Santarém, com a vontade de mostrar ao mundo que o melhor gelato pode nascer onde o rio encontra a floresta.

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